Trabalhe com seu cérebro, lembre-se que seu coração não possui neurônios.
— Carlos Eduardo Saltzman.
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Me diga que está triste, eu consolo. Me diga que nunca foi tão feliz, eu concordo. Me ame ou me odeie. Me mande pra puta-que-o-pariu ou me convide pra ir com você. Exploda na minha cara ou se derreta na minha mão. Deixa eu te ver morrendo de tanto rir ou com vergonha das olheiras de tanto chorar. Só não me esconda o rosto. Me abrace, me esmurre, me lamba ou me empurre. Só não me balance os ombros. Não me perturba assistir tua dor nem acompanhar teu gás. Te ver mais ou menos realmente me incomoda. Mais ou menos não rende papo, não faz inverno nem verão, não exige uma longa explicação. É melhor estar alegre ou estar triste, mais ou menos é a pior coisa que existe.
Gabito Nunes. (via nobroke)
— Se você tivesse um poder, qual seria?
— Bem, eu gostaria de fazer muitas coisas, mas nesse momento, gostaria de ser capaz de criar um céu inteiro só para ti, com as estrelas mais brilhantes e cheio de Luas, Júpiter até ficaria com inveja.
— Se eu fechar os olhos consigo imaginar um céu assim. E quer saber mais? Eu denominaria todas as minhas luas com o seu nome, só acrescentaria #1, #2, #3 e por aí vai.
Mon Clair de lune
(via caotizado)
(via caotizado)
Mas como é maravilhoso fumar você, cheirar você, tomar você, injetar você. Calar a boca. Me pergunta uma daquelas coisas para eu dar uma daquelas respostas que você morre de rir. Me deixa pirar no seu céu da boca escancarado. Você se joga pra trás. E só porque você e o mundo inteiro têm certeza do quanto você é lindo, você faz questão de sempre se largar no mundo. É a liberdade que só tem quem é infinitamente lindo ou infinitamente feio. Eu sou mais ou menos, mas nesse segundo, já que comprei sua beleza, sou a mulher mais linda do mundo.
Tati Bernardi (via caotizado)
E já não eram sós, ambos somavam entre si, não importava mais quem era a primeira ou a segunda pessoa, por que eles eram um só, e todos questionavam-se sobre quem seria o sujeito e quem seria o predicado. Quem se conjugaria no pretérito e quem renunciaria, ou seria, a forma “mais que perfeita”. Conjugavam-se de maneira irregular explicitando suas diferenças, reconhecendo os fragmentos e os complementos. Buscavam a medida certa. E assim, reconheceram-se juntos, sem necessidade de mais nada para se completar, por que juntos, eles transbordavam.
O Teatro Mágico. (via caotizado)
Amar foi minha ruína. E cada vez que eu lembro de você, meu coração começa a doer. Não sei ao certo se ele dói por ainda te querer ou dói por saber que nunca irá te ter.
— Carlos Eduardo Saltzman.
